Família

Hoje moro na Alemanha, sou formada em jornalismo e teologia, sou casada com o homem da minha vida, mãe de dois menininhos que são as coisinhas mais fofas, e parte de uma comunidade que é uma verdadeira família. As aventuras reais, que tenho com pessoas de carne-e-osso são minha principal ocupação.

FAQ – Perguntas feitas com frequência


Por que Mima Pumpkin?

Mima era um apelido de infância. O Pumpkin surgiu do fato célebre que após a meia-noite eu viro abóbora.* Isso virou apelido de internet, pegou e nunca mais saiu, mesmo agora que não sei se ainda tenho idade para isso. É engraçado porque tem pessoas “na vida real” que só me conhecem como Mima. Uma vez, alguém perguntou a um amigo meu de muitos anos de onde ele conhecia a Noemi. Meu amigo não sabia quem era Noemi…

* Virar abóbora significa que quando fico com muito sono eu tenho uma tendência a ficar mais eloquente que o normal e muito menos inibida (similar ao efeito em pessoas normais da ingestão de vodca pura).

É legal morar na Alemanha?

Sou apaixonada por esse país. Mas não quero que você se decepcione. É que a maior parte dos brasileiros por aqui passou por uma baita crise quando chegou e muitos não conseguem sair dessa crise. Não é fácil se adaptar à cultura, ao clima, a alimentação, a burocracia, a solidão. Eu mesma falava que comigo ia ser diferente, mas quando cheguei, chorei muito e cheguei a querer voltar para o Brasil. O que me ajudou na adaptação foi encontrar a Comunidade Cristã Internacional de Karlsruhe.

Com celebrações em português e a recepção calorosa de uma verdadeira família brasileira, encontrei nela o apoio e a amizade que eu precisava para superar o que fosse. Além de tudo, foi onde conheci o homem dos meus sonhos, com quem estou há 10 anos casada e com quem tenho um filhinho. Hoje eu e meu marido nos dedicamos a continuar o trabalho dessa igreja, para ajudar outras pessoas em situações parecidas com a nossa a encontrar um lar.

Como você começou a escrever?

Eu não tinha internet em casa e nem TV a cabo. Eu não podia sair para brincar na rua e já tinha lido tudo que tinha em casa (até mesmo a lista telefônica). Então comecei a criar histórias. Primeiro eu as contava na minha cabeça, depois em voz alta para minha família e amigas, depois passei a colocá-las no papel.

Na infância, meu mundo de imaginação era meu lugar de fuga, minha terapia e minha forma de começar a compreender melhor o mundo. Já hoje em dia … pensando bem, acho que hoje em dia, também.

Por que você escreve ficção cristã?

Porque inevitavelmente o que creio afeta minha forma de enxergar o mundo e minha forma de enxergar o mundo afeta o que escrevo. Eu rotulo com prazer as histórias que escrevo de ficção “cristã” para que as pessoas saibam o que esperar: valores e perspectivas de alguém que é uma seguidora apaixonada de Jesus.

Quero ser escritor(a) de ficção cristã. Como começar?

Primeiro, que legal! Segundo, fica o convite para que você me siga nas minhas redes sociais que de vez em quando trato desse assunto (especialmente no Instagram).

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